Selecione o canal para conhecer um pouco mais.
Músicas exclusivas e LIVRES!
Apresentando músicas sob licença CREATIVE COMMONS, Independentes (sob autorização), ou de Domínio Público.
No nosso estilo!
Instrumentais, New age, Clássicas, Relaxamento, Meditação, Blues, Jazz, Eletrônicas, Experimental e… muito mais.
Música ambiente (Ambient Music) é um gênero musical substancialmente focado nas características timbrais dos sons, geralmente organizados ou executados com o intuito de se denotar ou estimular a criação de uma "atmosfera", uma "paisagem sonora" ou mesmo para apenas soar como um "discreto complemento” a uma ambiência.
Anos 1970: estabelecimento
Brian Eno é geralmente apontado como o responsável pela criação do termo “Ambient Music” ("Música Ambiente"), usado por ele em meados dos anos 1970 para se referir à música que, como ele afirmou, “pode ser tanto apreciada atentamente como sutilmente ignorada, conforme a escolha do ouvinte” ("actively listened to with attention or as easily ignored, depending on the choice of the listener"), e que é algo que existe no "limite entre melodia e textura". Eno se descreve como um "não-músico", e classifica seus experimentos sonoros como "tratamentos" (“treatments”) em vez de performances tradicionais. Ele usou a palavra "ambient" para descrever o tipo de música que cria uma atmosfera que leva o ouvinte a um estado de espírito diferente. “Ambient” é uma palavra com base no termo latino ambire, "cercar" (no sentido de estar em volta, nos arredores, envolver).
O estilo musical New Age surgiu na década de 1960, no contexto do desenvolvimento da cultura hippie (liberdade, respeito, paz e amor). Uma das principais vertentes da New Age é a Space Music, conhecida pelas obras de temas espaciais criadas na década de 1970 e 1980 por artistas como Vangelis e Jean Michel Jarre. Os temas espaciais são produzidos através de texturas eletrônicas e sons sintetizados. A cantora irlandesa Enya, o tecladista grego Yanni e o músico japonês Kitaro são alguns dos principais expoentes da música New Age mundial atual.
O jazz é uma manifestação artístico-musical originária em New Orleans, Chicago e New York. Tal manifestação teria surgido por volta do início do século XX na região de Nova Orleães e em suas proximidades, tendo, na cultura popular e na criatividade das comunidades negras que ali viviam, um de seus espaços de desenvolvimento mais importantes.
O jazz se desenvolveu com a mistura de várias tradições religiosas, em particular a afro-americana. Esta nova forma de se fazer música incorporava blue notes, chamada e resposta, forma sincopada, polirritmia, improvisação e notas com swing do ragtime. Os instrumentos musicais básicos para o Jazz são aqueles usados em bandas marciais e bandas de dança: metais, palhetas e baterias. No entanto, o Jazz, em suas várias formas, aceita praticamente todo tipo de instrumento.
As origens da palavra "jazz" são incertas. A palavra tem suas raízes na gíria norte-americana e várias derivações têm sugerido tal fato. O jazz não foi aplicado como música até por volta de 1915. Earl Hines, nascido em 1903 e mais tarde se tornou celebrado músico de jazz, costumava dizer que estava "tocando o piano antes mesmo da palavra "jazz" ser inventada".
Desde o começo do seu desenvolvimento, no início do século XX, o jazz produziu uma grande variedade de subgêneros, como o dixieland da década de 1910, o Swing das Big bands das décadas 1930 e 1940, o bebop de meados da década de 1940, o jazz latino das décadas de 1950 e 1960 e o fusion das décadas de 1970 e 1980. Devido à sua divulgação mundial, o jazz se adaptou a muitos estilos musicais locais, obtendo, assim, uma grande variedade melódica, harmônica e rítmica.
Blues é uma forma musical vocal e/ou instrumental que se fundamenta no uso de notas tocadas ou cantadas numa frequência baixa, com fins expressivos, utilizando sempre uma estrutura repetitiva. Nos Estados Unidos surgiu a partir dos cantos de fé religiosa, chamadas spirituals e de outras formas similares, como os cânticos, gritos e canções de trabalho, cantados pelas comunidades dos escravos libertos. Suas letras, muitas vezes, incluíam sutis sugestões ou protestos contra a escravidão ou formas de escapar dela.
O blues tem exercido uma grande influência na música popular ocidental, definindo e influenciando o surgimento da maioria dos estilos musicais como o jazz, rhythm and blues, rock and roll e música country,além de ska-rocksteady, soul music e influenciando também na música pop convencional e até na música erudita moderna.
Música clássica ou música erudita é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e litúrgica ocidental, que abrange um período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente,1 e segue cânones pré- estabelecidos no decorrer da história musical. As normas centrais desta tradição foram codificadas entre 1675 e 1900, intervalo de tempo conhecido como o período da prática comum.Segundo o Dicionário Grove de Música, música erudita é música que é fruto da erudição e não das práticas folclóricas e populares. O termo é aplicado a toda uma variedade de músicas de diferentes culturas, e que é usado para indicar qualquer música que não pertença às tradições folclóricas ou populares.
A música ocidental distingue-se de outras formas de música, principalmente, por seu sistema de notação em partituras, em uso desde o século XVI.
Música clássica moderna ou musica contemporânea é a música dos séculos XX e XXI, feita após o movimento impressionista e os vários nacionalismos. Pode-se dizer ainda que músicas contemporâneas são aquelas cujo compositor se encontra ainda vivo na época do locutor.
Não há uma tendência uniforme na música contemporânea. Pode-se, contudo, mencionar duas escolas: a da Música de Vanguarda, que compreende sobretudo o experimentalismo; e as tendências neoclássicas e neo-românticas (chamadas "conservadoras"), representadas por compositores como Arvo Pärt e Krzysztof Penderecki, que representam uma reação ao experimentalismo, voltando a adotar a linguagem tonal.
Embora na questão ainda haja grande preconceito, como ocorre quando do nascimento de novas tendências artísticas, também podem-se destacar a música eletrônica, criada na Alemanha da década de 1950 e responsável pela geração de novíssimos e curiosos sons, surgidos eletronicamente ou manipulados através de outros instrumentos ou objetos, que são incorporados à música e explorados em larga escala. A música contemporânea valorizava especialmente a inovação e a criatividade.
A Música eletrônica (Electronica genre) é toda música criada ou modificada através do uso de equipamentos e instrumentos eletrônicos, tais como sintetizadores, gravadores digitais, computadores ou softwares de composição. Os softwares são desenvolvidos de forma a facilitar a criação. Por sua história passou de uma vertente da música erudita (fruto do trabalho de compositores visionários) a um elemento da música popular, primeiramente bastante relacionado ao rock e posteriormente discernindo-se como um gênero musical próprio (principalmente relacionado com a música popular nos sub-estilos considerados dançantes tais como o techno, acid, house, trance e drum 'n' bass, desenvolvidos a partir do auge da música disco no final da década de 1970). Atualmente existem várias ramificações do estilo, tanto eruditas como populares.
Originalmente relutada por ter sua tecnologia evoluída muito mais rapidamente que sua estética, só passou a ter princípios e tradição após a Segunda Guerra Mundial, com o trabalho de franceses na música concreta e de alemães na Elektronische Musik.
obs.: É importante salientar que, por definição, música eletrônica é toda música criada através do uso de equipamentos e instrumentos eletrônicos. Entretanto, a partir da grande popularização da música eletrônica dançante a partir da década de 1980, esta passou a ser conhecida pelo público geral pela denominação simples de música eletrônica, o que prevalece até hoje.
O termo Epic Music é utilizado para designar um sub-gênero do rock progressivo, o rock Épico. Também pode ser utilizado para composições que recebam outros tipos de influência rítmicas, e nesse caso, o conceito é subjetivo, pois existem várias e diferentes influências, variando desde a música orquestral, clássica e sinfônica; até a eletrônica.
Geralmente, as músicas chamadas Épicas são trilhas sonoras de filmes e trailers desses, contando com composições originais, chamadas, no inglês, de Scores, e, em tese, devem transmitir sentimentos inseridos no contexto da respectiva cena do filme/trailer. Geralmente tais composições são assinadas por um compositor afamado, sendo comum o uso de orquestras e coros musicais. É difícil encontrar um compositor que produza tanto a trilha do filme quanto a dos respectivos trailers, pois já existem empresas e grupos específicos para lidar com este tipo de produção musical.
Curiosidade: atualmente também são consideradas músicas épicas as trilhas sonoras de video-games, tão complexas quanto as de filmes com grande produção.
Uma observação: Nem toda trilha sonora é uma trilha original de filme, ou OST (Original Sound-Track), uma vez que há diversos filmes cujas trilhas são compostas de músicas já existentes, e não compostas especialmente para a obra cinematográfica.
Em sua maioria, os gêneros cinematográficos os quais apresentam composições originais e "Épicas" são os de Aventura, Suspense, Ficção, entre outros.
Enquanto as trilhas dos filmes geralmente são comercializadas, as composições dos trailers não se encontram em mercado físico (lojas), mas disponíveis para download digital (pago ou não) nos websites de seus criadores. É mais comum, no entanto, encontrar faixas sonoras deste tipo em websites de compartilhamento de música. Mesmo assim, é um gênero incomum e singular, por se dizer, ainda não muito acessado pelo público em geral.
E como isso não se ouve muito por aí, aqui na RadioNOS.com você encontra o melhor da Música Épica, no nosso Epic Channel!
Reggae é um gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica do fim da década de 1960. Embora por vezes seja usado num sentido mais amplo para se referir à maior parte dos tipos de música jamaicana, o termo reggae indica mais especificamente um tipo particular de música que se originou do desenvolvimento do ska e do rocksteady.
O reggae se baseia num estilo rítmico caracterizado pela acentuação no tempo fraco, conhecido como skank. O estilo normalmente é mais lento que o ska e o rocksteady, e seus compassos normalmente são acentuados na segunda e na quarta batida, com a guitarra base servindo ou para enfatizar a terceira batida, ou para segurar o acorde da segunda até que o quarto seja tocado. É principalmente essa "terceira batida", sua velocidade e o uso de linhas de baixo complexas que diferencia o reggae do rocksteady, embora estilos posteriores tenham incorporado estas inovações de maneira independente.
O cantor e compositor Bob Marley é o ícone deste estilo musical.
Embora tenha sido influenciado fortemente pela música tradicional africana e caribenha, assim como pelo rhythm and blues americano, o reggae traça sua origem direta ao desenvolvimento progressivo do ska e do rocksteady na Jamaica da década de 1960.
O ska surgiu pela primeira vez nos estúdios da Jamaica entre os anos de 1959 e 1961, desenvolvendo-se a partir de um gênero anterior, o mento. O ska caracteriza-se por uma linha de walking bass, ritmos acentuados da guitarra ou do piano no tempo fraco, e, por vezes, riffs jazzísticos nos metais. Além de sua imensa popularidade entre os adeptos da moda rude boy, no país, o estilo conquistou muitos adeptos entre os mods, na Grã-Bretanha, a partir de 1964. De acordo com Barrow, os rude boys começaram a tocar deliberadamente os seus discos de ska a meia velocidade, preferindo dançar mais lentamente como parte de sua imagem de durões.
Em meados da década diversos músicos já haviam começado a tocar o ska num andamento mais lento, enfatizando a linha de baixo e os tempos fracos. O som mais lento foi chamado de rocksteady, o nome de um single de Alton Ellis. Esta fase da música jamaicana durou apenas até 1968, quando os músicos começaram a deixar ainda mais lento os andamentos das músicas, e lhes acrescentaram ainda mais efeitos; isto levou à criação do reggae.
O Reggae e o "Dub"
O dub surgiu na Jamaica no final da decada de 1960. Inicialmente era apenas uma forma de remix de musicas reggae, nos quais se retirava grande parte dos vocais e se valorizavam o baixo e a bateria. Muitas vezes tambem se incluia efeitos sonoros como tiros, sons de animais, sirenes de policia, etc. Suas bases foram usadas posteriormente em todos os estilos de musica eletronica moderna, inclusive o Rap, que teve sua criacao diretamente ligada ao Dub quando Jamaicanos migraram para os EUA e divulgaram a tecnica. No Dub os "improvisadores" (freestylers no rap) sao chamados "toasters", os "rimadores" (rappers no rap) sao chamados "DJ" e os DJ's (Disc Jockey no rap) sao chamados "selectors" ou "selectas", "seletores" no Brasil.
Hoje em dia o dub e' considerado um estilo musical, nao mais mera forma de remix.
A Música experimental é um estilo musical inovador originado no século XX, que desafiou as concepções normais de como uma música deveria ser e extrapolou os limites popularmente conhecidos. Dessa forma, há pouco acordo sobre quão experimental uma música poderia ser, antes de ser considerada apenas ruído. Geralmente as bandas experimentais possuem instrumentos pouco conhecidos, modificados, ou utilizados de maneiras inovadoras; efeitos estranhos aplicados de maneiras não convencionais e mistura de diversos gêneros opostos, como música eletrônica e música clássica.
Além de instrumentos musicais, a música experimental também pode utilizar-se de sons de objetos e efeitos diversos de acordo com a intenção do compositor, experimentando os sons como o próprio nome diz. Quando também é usado música eletrônica de maneira mais "pesada", com características noise, este experimentalismo também é chamado de música industrial.
A terapia do som é algo que foi usado por muito tempo nas antigas tradições e culturas orientais, com a qual, utilizando-se de temas místicos ou religiosos, transportavam o ouvinte do meio físico em que estavam para outros lugares virtuais.
Atualmente o conceito de musica para relaxar é conhecido como Chill out ou chillout, que é um estilo de música eletrônica relaxante, mas tambem é um termo usado pra se referir a um tipo de música relaxante apenas (não apenas eletrônica). "Chill out" é um termo da língua inglesa que significa "relaxar totalmente", "não deixar que as coisas te incomodem".
Musicas de relaxamento podem incluir diversos gêneros de musicas "tranquilas", desde que tenham o objetivo de fazer o ouvinte a esquecer o local em que está, soltar e descansar a mente, induzindo-o até mesmo ao sono, ou a atividades que necessitem foco, como o estudo, utilizando ritmos específicos, tons, frequências e intervalos estrategicamente colocados para elevar o relaxamento do ouvinte. Um ritmo contínuo e lento faz com que as ondas cerebrais e batimentos cardíacos sincronizem com o ritmo: um processo conhecido como ‘arrastamento’. Tons baixos subjacentes e graves relaxam o ouvinte e um chiado baixo com qualidade de transe leva o ouvinte em um estado ainda mais profundo de calma.
O choro, popularmente chamado de 'chorinho', é um gênero de música popular e instrumental brasileira, que surgiu no Rio de Janeiro em meados do século XIX.
O choro pode ser considerado como a primeira música urbana tipicamente brasileira e ao longo dos anos se transformou em um dos gêneros mais prestigiados da música popular nacional, reconhecido em excelência e requinte. Tem como origens estilísticas o lundu, ritmo de inspiração africana à base de percussão, com gêneros europeus. A composição instrumental dos primeiros grupos de choro era baseada na trinca flauta, violão e cavaquinho - a esse núcleo inicial do choro também se chamava pau e corda, por serem de ébano as flautas usadas, mas com o desenvolvimento do gênero, outros instrumentos de corda e sopro foram incorporados.
O choro é visto como o recurso do qual se utilizou o músico popular para executar, ao seu estilo, a música importada e consumida nos salões e bailes da alta sociedade do Império a partir da metade do século XIX. Sob o impulso criador e improvisado dos chorões, logo a música resultante perdeu as características dos seus países originários e adquiriu feições genuinamente brasileiras. A improvisação é condição básica do bom chorão, termo ao qual passou a ser conhecido ao músico integrante do choro, bem como requer uma alta virtuosidade de seus intérpretes, cuja técnica de composição não deve dispensar o uso de modulações imprevistas e armadas com o propósito de desafiar e a capacidade ou o senso polifônico dos acompanhantes. Além disso, admite uma grande variedade na composição instrumental de cada conjunto e comporta a participação de um grande número de participantes, sem prefixar seu número.
Os primeiros conjuntos de choro surgiram por volta da década de 1870, nascidos nas biroscas do bairro Cidade Nova e nos quintais dos subúrbios cariocas. O flautista e compositor Joaquim Antônio da Silva Calado, os pianistas Ernesto Nazareth e Chiquinha Gonzaga, e o maestro Anacleto de Medeiros compuseram quadrilhas, polcas, tangos, maxixes, xotes e marchas, estabelecendo os pilares do choro e da música popular carioca da virada do século XIX para o século XX, que com a difusão de bandas de música e do rádio foi ganhando todo o território nacional.
Herdeiro de toda essa tradição musical, Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Filho, conhecido como Pixinguinha (Rio de Janeiro, 23 de abril de 1897 — Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 1973), foi um flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro) consolidou o choro como gênero musical, levando o virtuosismo na flauta e aperfeiçoando a linguagem do contraponto com seu saxofone e organizou inúmeros grupos musicais, tornando-se o maior compositor de choro.
World Music (Música no Mundo) refere-se à música tradicional ou música folclórica de uma cultura criada e tocada por músicos relacionados a essa cultura. O termo foi concebido por Robert E. Brown no início da década de 1960, significando uma amálgama de artes cênicas elaboradas de modo a promover a harmonia e o entendimento entre culturas. O expoente máximo da Música do Mundo, segundo a visão de Brown, era aprender as danças e estilos musicais executando-os.
O termo World Music ganhou projeção internacional a partir da década de 1980, graças a utilização de elementos musicais pouco conhecidos do público de cultura anglo-saxónica em geral. Sua utilização na música pop se deu pelas mãos de artistas como Peter Gabriel (que fez parceria com o artista paquistanês Nusrat Fateh Ali Khan e com o senegalês Youssou N'Dour) e David Byrne (responsável pela projeção internacional de Tom Zé, lançando no mercado americano o seu álbum Estudando o Samba). Um outro colaborador importante foi George Harrison, que nas décadas de 1960 e 1970 trouxe ao mundo do rock a sitar indiana (tornando-se amigo de Ravi Shankar). Nos Estados Unidos se deu por artistas de blues como Taj Mahal. Um representante muito importante da "pop world music" no Brasil é André Abujamra, que tem uma extensa obra dedicada à pesquisa e divulgação da diversidade cultural.
Lounge music é um gênero musical que pretende provocar (evocar) nos ouvintes a sensação de estar em um lugar diferente de onde eles estão realmente, por exemplo uma selva, uma ilha paradisíaca, o espaço, etc., transportando-os a uma situação em especial, caracterizado pela harmonia musical de misturas de músicas dos anos 50 e 60, com swing e sons característicos da atualidade, como bossa nova, easy listening, entre outros. Também possui notáveis influencias vindo do Dance, quando se torna o ChillHouse.
Geralmente, são produzidas prezando bases instrumentais, batidas ritmicas suaves e a voz humana, utilizadas geralmente para compor um ambiente, como restaurantes, bares, locais de espera, ou qualquer local de relaxamento. Apesar das suas origens, a Lounge Music ganhou evolução técnica, caprichos e muito detalhamento que acaba por apresentar refinamentos que fazem com que a musica tenha muita nuance. Assim, acaba por ser um estilo musical que compreende inúmeras origens e resultados trabalhados. Se torna assim um estilo de musica tambem conhecido como "Laid Back" para se apreciar.
Fitness é uma palavra de origem inglesa e significa "estar em boa forma física". O termo é normalmente associado à prática de atividade física e se refere ao bom condicionamento físico ou bem estar físico e mental. "Workout" é outro termo de origem inglesa que é relacionado com exercício físico, prática, experiência, prova, teste.
E música para fitness ou workout são aquelas obras ou montagens de outras músicas feitas especialmente para motivar a pessoa que está praticando algum tipo de exercício físico, treinamento, ginastica e demais atividades de preparação física.
Músicas podem dar mais ânimo na hora dos exercícios, principalmente porque mexem com emoções. Como não se motivar ao som de Eye of the Tiger, tema do filme Rocky, o Lutador, lembrando da cena do ator Sylvester Stallone correndo pelas ruas da Filadélfia. As músicas se transformam em aliadas para combater o tédio e aliviar o foco das dores em alguns momentos. As canções que têm maior apelo emocional funcionam como um catalisador das reservas de energia e me ajudam a melhorar a concentração e o desempenho.
Chiptune, Chipmusic ou Música 8-bit, é um gênero de música eletrônica sintetizada, produzido por chips de som de antigos computadores, consoles de videogame e máquinas de arcade e também com a emulação.No início de 1980, os preços dos computadores pessoais tornaram-se mais acessíveis. Em alguns deles, como o Commodore Amiga, era possível produzir (sequenciar) música eletrônica baseada em samples. Tornando o computador pessoal uma alternativa aos músicos que não possuíam verba ou acesso a estúdios e aos caros sintetizadores e drum machines.
Essa demanda levou a uma proliferação de computadores desatualizados e consoles de jogos abandonados, quando os consumidores se atualizavam para máquinas mais novas.Embora tenha sido um gênero predominantemente underground, o chiptune teve períodos de popularidade moderado nos anos 90 e principalmente no começo do século, através de selos como o 8bitpeoples e festivais como o Blip Festival New York.Os chiptunes são fortemente relacionados à música de vídeo games.
Seu auge foi nos anos 80 e 90, quando estes sons característicos sintetizados eram os únicos disponíveis para a criação de música em computadores. Os compositores possuíam grande flexibilidade em sintetizar os som dos instrumentos, mas os chiptunes tinham somente geradores de tons e geradores de ruído, impondo limitações na complexidade e no aspecto das músicas. Parecendo ásperos, estranhos e repetitivos, característicos dos vídeo game antigos.O termo, é normalmente usado para representar a música formada por sons de sintetizadores com valores artísticos limitados por hardware.
Atualmente um dos desafios dos compositores de chiptunes é conseguir produzir os timbres ásperos característicos utilizando o recurso tecnológico moderno, visto que a característica principal do chiptune é a limitação dos recursos. Geralmente é utilizado programas virtuais denominados Trackers para conversão dos sons após a composição, recriando os timbres. Existem vários músicos que classificam o Chiptune como princípal estilo musical. As características deste gênero também são amplamente utilizadas como pequenos complementos sonoros em músicas pop e em músicas eletrônicas tocadas nas festas raves e academias, como techno, trance, entre outros sub-gêneros.
Alguns sistemas com sonoridade Chiptune: